Blog

A química do amor

12/06/2019

Sim, AMOR É QUÍMICA! Quando dizemos que o amor causa arrepios, acelera o coração, faz as mãos suarem, entre outras coisas, não dizemos isso no sentido figurado.

Esses sintomas e outros são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada.

A noradrenalina, por exemplo, é o hormônio que acelera os batimentos do coração, deixando o rosto mais vermelho, as pupilas dilatadas, as mãos suadas e os lábios rosados.

A dopamina, conhecida como neurotransmissor do prazer, faz com que o simples ato de olharmos para a pessoa amada nos traga uma sensação agradável (semelhante a quando comemos um doce, por exemplo). A oxitocina, por vez, está amplamente relacionada aos laços afetivos, à vontade de abraçar, beijar e acariciar a pessoa amada.

Serotonina, adrenalina, feniletilamina e endorfinas são outras substâncias que fazem parte desse sentimento tão complexo.

Não por acaso o amor é este sentimento tão intenso, que gera tantas emoções, desde desejos, passando por ciúmes, obsessão, até tristeza e saudade… Mas um sentimento que se destaca, sobretudo, por proporcionar muita felicidade e aquele desejo de viver ao lado da pessoa amada por toda a vida!
Amor é tão difícil definir que é mais fácil fechar os olhos e sentir!

Dra. Deborah Kerches

Dra. Deborah Kerches
Neuropediatria e Saúde Mental Infantojuvenil
Especialista em Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Últimas publicações

Benefícios do brincar para adultos

Benefícios do brincar para adultos

Os benefícios do brincar não se restringem apenas ao período da infância. Brincar com as crianças flexibiliza pensamentos e emoções, estimula o senso de humor, a criatividade, o trabalho em equipe e as relações sociais, habilidades importantes nos mais diversos...

ler mais
O que saber sobre a masturbação infantil

O que saber sobre a masturbação infantil

A masturbação infantil, de forma geral, nada mais é do que uma descoberta para a criança e é natural do desenvolvimento. Algumas crianças, em especial após o desfralde, começam a explorar mais suas partes íntimas podendo descobrir sensações novas de prazer, mas sem...

ler mais
Autoflagelação – Como agir?

Autoflagelação – Como agir?

A autoflagelação/automutilação é uma prática que tem tido um aumento significativo entre os adolescentes e jovens e nem sempre recebe a devida atenção. Embora no Brasil ainda não existam dados concretos, sabe-se que a disseminação do assunto no ambiente virtual indica...

ler mais
Paralisia Cerebral

Paralisia Cerebral

O Dia Mundial da Paralisia Cerebral tem o objetivo de alertar sobre a necessidade de conscientização, respeito e inclusão das pessoas com paralisia cerebral (encefalopatia crônica não progressiva). A paralisia cerebral é uma condição decorrente de um insulto cerebral...

ler mais
O poder de brincar

O poder de brincar

A primeira prescrição de um pediatra e neuropediatra para uma criança deveria ser: BRINCAR! Este artigo da Academia Americana de Pediatria (“O poder do brincar: um papel pediátrico na promoção do desenvolvimento de crianças pequenas”) reforça que o brincar é uma...

ler mais
Capacitismo

Capacitismo

Capacitismo é a discriminação e o preconceito social contra pessoas com alguma deficiência. Em sociedades capacitistas, a ausência de qualquer deficiência é vista como “o normal”. Em tempos em que se prega tolerância, neurodiversidade e inclusão, parece um...

ler mais
Puberdade em meninos no Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Puberdade em meninos no Transtorno do Espectro Autista (TEA)

A puberdade é o processo que leva à maturidade sexual e capacidade de reprodução. Em meninos, começa entre 10 e 14 anos e dura por volta de 3 anos. Compreender e lidar com as transformações desta fase, não é tarefa fácil e pode ser ainda mais desafiador para os...

ler mais
Puberdade em meninas com TEA

Puberdade em meninas com TEA

A puberdade é o período de transição da infância para a fase adulta, marcada por diversas transformações físicas, hormonais, emocionais e de maturação do sistema nervoso central. Em meninas, cerca de 2 a 2,5 anos antes da menarca, o corpo já começa a se transformar....

ler mais